Desigualdades na mobilidade acadêmica internacional de brasileiros (2012-2022): uma análise de dados das agências federais de fomento à ciência (Capes e CNPq)

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.14422/mig.23741.018

Palabras clave:

internacionalização da pós-graduação, mobilidade acadêmica internacional, circulação de cérebros, bolsas internacionais de pós-graduação, desigualdades acadêmicas, educação superior brasileira

Resumen

Impulsionada no Brasil pela internacionalização da pós-graduação, a mobilidade acadêmica internacional de brasileiros vem sendo promovida desde a década de 1960 e atualmente é implementada, principalmente, em nível federal, pelos Ministérios da Educação e da Ciência, Tecnologia e Inovação, por meio da Capes e do CNPq. Este estudo investiga—no contexto mais amplo da internacionalização da pós-graduação e da “circulação de cérebros” internacional—as dinâmicas e o perfil da mobilidade acadêmica brasileira na última década, com especial atenção às desigualdades sociais. Com base em dados quantitativos públicos, analisamos como os padrões de mobilidade acadêmica se cruzam com categorias como raça, gênero e destino geopolítico. Entre 2012 e 2022, aproximadamente 64 mil brasileiros receberam apoio governamental para realizar pesquisas acadêmicas no exterior. A maioria desses pesquisadores foi acolhida por instituições em países do Norte Global, evidenciando assimetrias persistentes no sistema acadêmico internacional. Embora a distribuição de bolsas entre homens e mulheres seja relativamente equilibrada, permanecem disparidades de gênero em campos específicos do conhecimento. As desigualdades raciais são ainda mais acentuadas: a maioria das bolsas foi concedida a pessoas brancas, revelando uma diversidade racial limitada entre os beneficiários. Esses resultados sugerem que, apesar dos esforços para democratizar o acesso a oportunidades acadêmicas internacionais, barreiras estruturais relacionadas à raça e às hierarquias globais continuam a determinar quem se beneficia dos programas de mobilidade financiados pelo Estado no Brasil e seus destinos no exterior.

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Publicado

2026-05-19

Número

Sección

Estudios

Cómo citar

Escudero, C., & Guedes Brum, A. (2026). Desigualdades na mobilidade acadêmica internacional de brasileiros (2012-2022): uma análise de dados das agências federais de fomento à ciência (Capes e CNPq). Migraciones. Publicación Del Instituto Universitario De Estudios Sobre Migraciones, 1-25. https://doi.org/10.14422/mig.23741.018